Quando chegará o dia que ciência e religião caminharão lado a lado? De uma extremidade, à religião e seu fanatismo; do outro à ciência e sua preponderância e soberba! Não que eu diga que estes são os grandes problemas de ambos, mas na sua grande parcela infelizmente são. Como podemos garantir o perfeito desenvolvimento da humanidade, e sua continuidade, caso a ciência se tornasse algo cego e a religião um ser aleijado? Sismo em observar, nas redes sociais e blogs, um total desrespeito de ateus e cientistas. Um árduo e acirrado duelo para ver quem tem mais razão e mostrar quem é o menos "parvo". Defensores estes do ateísmo e das palavras divinas, cada vez mostram as suas fragilidades e inseguranças do que não deveriam ser. Porque não andarmos lado a lado, respeitando os seus credos, rumando de mãos dada neste barco com lemes?
Como diria Mahatma Gandhi: "Uma vida sem religião é como um barco sem leme."; e Sócrates: "A vida sem ciência é uma espécie de morte.". Chegará um dia que ambos os lados se respeitarão e assim, a humanidade, se tornará uma só coisa!
Independente do credo, o sentimento que há entre a vida e a morte único em ambos os lados!
Por minhas andanças pela web, deparei-me com esta imagem, de certo modo tocante. Admito ser fã do universo Star Wars, porém não foi por este fato que estou publicando a mesma. Nossas vidas são feitas de escolhas e relativamente possuímos duas opções: ou seguimos a crença dos bons hábitos e princípios, ou negligenciamos os fatos e tornamo-nos seres irrequietos. Porém há algo que nos tornam próximos, independente dos credos; a vida e a morte.
Nascer e morrer são termos muito relativos. Independente do partido que esteja, o sentimento é único, partilhado em ambos os lados! Modestamente, esta imagem não deixa de ser humana e reflexiva!
Estariam algumas classes sendo acobertadas pelo manto da igualdade?
Chegando a meus recintos, em minha humilde residência, após
um desgastante dia de trabalho e, posteriormente, estressante noite de
faculdade, aproveitei o pequeno período de descanso para assistir a programação
noturna da TV aberta brasileira. Sabe-se que pouco se pode aproveitar do
instrumento, mas há de valorizarmos raras exceções. Após assistir ao programa a
Liga, da TV Bandeirantes, do dia 12/06, não pude deixar de escrever este texto.
Fiquei com o assunto durante a semana toda em minha mente, e, certamente, o
mesmo, causará muita polemica, não por uma posição que aqui farei, pois respeito
à idéia seja qual for, mas pelo mau uso destas classes a fim de influenciarem
posturas antiéticas e tão pouco corretas junto à sociedade.
Talvez o trecho da reportagem que motivou-me a escrever este
post foi, de fato, uma pequena colocação que pode ter passada despercebida
pelos telespectadores, mas não a este filosofo. A frase foi dita pelo então
Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP/RJ), polêmico por suas colocações, que
dizia: “...não concordo com a posição deles por acharem que, em tudo, são
superiores a todos.”. Nem tudo o que o Deputado falou são farpas, exemplo é o
trecho que destaquei. Mas o que ele vociferou após, considero como postura xenofóbica
que não merece ser descrita aqui neste singelo e respeitoso espaço. Não condeno
o tema retratado no programa, respeito todas as classes, etnias e opções
sexuais. Estamos em uma era que os direitos são igualitários para todos e a
constituição assegura plenos poderes para expormos nossas idéias, dentro do
limite ali concebido. Mas o que me traz aqui não é o tema retratado no programa,
mas sim uma critica sobre todas as classes da sociedade que a usam como
pretexto para disseminar irá junto à opinião publica. É preciso que existam
classes que se acham superiores só por serem diferentes? É possível reivindicar
direitos não rebaixando outros indivíduos por não serem adeptos a uma
determinada causa? Há de se haver limites. Um movimento não se faz a força, se
faz por si só, com sabedoria.
Muito que observo é uma posição forçada de vitimadas. Não cito nomes. Basta analisarmos com clareza algumas classes que veremos exatamente algo de errado. Posso estar falando alguma
bobagem, mas também nenhuma inverdade. Vejo isso como algo que contraria o
sinônimo de ideais, utilizando pretexto para tornarem-se vitimadas. Muito falamos
hoje em uma sociedade igualitária, mas há de se haver respeito destas classes
também. O que vemos hoje são "ramificações" que mais atiçam
deliberadamente o desagrado da opinião publica, contrariando a busca dos seus
verdadeiros direitos. Hoje um humorista não pode fazer colocações de
orientações sexuais, raciais e sociais que tornam-se ofensas aos olhos “vorazes”
das classes. Porém, dentro destas mesmas, pode-se ouvir colocações similares,
evidenciando uma postura de superioridade as demais. Não seria esta a
verdadeira colocação de xenofobia de si próprio? Aqui eu chego em um
contraponto. O fato de estarmos em meio a crises intelectuais entre classes e opinião
é o fato de, estas mesmas, não aceitarem a si próprias dentro de uma sociedade
que, por mais imperfeita que seja, tenta sob todas as formas, corrigir os erros do passado. Hoje o que se falta é humildade. Para
que vivamos em prefeita sintonia, deve-se perder a postura insaciavelmente
despótica de seus íntimos. Assim haverá a respeitabilidade que tanto
buscam.
Talvez, na visão deste e de outros filósofos do blog, um
dos principais elementos para moldura da maneira de pensar e agir dos jovens
dos anos 80 e 90 foi certamente o fenômeno pop da cultura japonesa chamado
anime. Isso acarretou numa explosão fantástica que eclodiu dentro destes jovens
um maior interesse não apenas pelos animes, mas também pela cultura desta nação
milenar chamada Japão. Grande parte da infância e adolescência deste que vós
escrevem foi, de fato, a década de 90. Isto é compreensível, visto que precisamente,
neste período, a animação japonesa começou a ter maior expressão, representação
e visibilidade na TV aberta brasileira.
Para grande parte dos jovens, da minha geração, o primeiro grande
anime a criar impacto relevante foi “Os Cavaleiros do Zodíaco”, transmitido
pela extinta TV manchete em 1995 e retransmitido posteriormente pela Rede
Bandeirantes a partir de 2004.
A animação causou forte impacto na época que resultou como
conseqüência, na abertura definitiva das portas para que outros animes
adentrassem as terras tupiniquim, tal estes como “Super Campeões”, “Shurato”, “YuYu
Hakusho”, “Sailor Moon”, “Dragon Ball”, “Samurai X”, “Pokemon”, “Digimon” e
tantos outros. Certamente estes desenhos moldaram a maneira de pensar dos
jovens da época, desamericanizando um pouco a soberania das programações
estadunidenses já saturadas e desgastadas. Hoje, como bem todos sabem as
animações nipônicas não possuem espaço como antigamente. Muitos poderão dizer
que esta falta de espaço é resultado da total displicência das grandes
emissoras nacionais que não souberam observar os verdadeiros ganhos em
audiência dos mesmos. Posso até concordar, em parte, mas o fato é que nos dias
de hoje, nem mesmo o publico local japonês, anda curtindo os últimos
lançamentos locais. Talvez seja este o maior temor das emissoras brasileiras:
comprar pacotes de animes sem garantia de audiência e lucro.
Se em terras
brasileiras os mesmos caíram em total desgosto das grandes emissoras, uma
noticia lida por mim em sites dedicados à cultura otaku, reascendeu algo que
poderá mudar panorama. Grandes animações do passado vêm ganhando espaço com relançamentos
e remasterizações. Grande exemplo é a nova versão de “Dragon Ball Z” intitulada
de “Kai”, que com seus altos índices de audiência despertaram o interesse da
produtora Toei Animation no desenvolvimento de uma possível continuação da saga
Z. O sucesso foi tanto que também a editora japonesa Shueisha, por meio da sua
revista semanal Shonen Jump, publicou pequenas historias da saga de Son Goku e
seus amigos ainda crianças, escritas e desenhadas pelo autor original da
franquia, Akira Toriyama. Jogos também foram desenvolvidos e já lançados dando
o indicativo que o bom e velho desenho dos anos 80 ainda possui força, de
sobra, no século XXI. Recentemente tivemos outro grande exemplo, “Os Cavaleiros
do Zodíaco”, que mesmo com a grande demora para ser finalizado, contribuiu para
o ressurgimento de um legado, contribuindo para inéditas publicações de mangas,
e até o lançamento da 3º geração das famosas miniaturas dos cavaleiros de ouro de
Athena intitulados de Cloth Myth Ex. Hoje existem rumores que Cyborg 009,
criação do final dos anos 70 do já falecido Shotaro Ishinomori, (que possui no
seu curriculum também a serie Kamen Rider), poderia voltar à ativa, em CGI
(Computer generated imagery), nas mãos do renomado diretor japonês Kenji
Kamiyama. Interessante é observar que os lançamentos oriundos deste inicio de
século não estão sendo bem recebidos pelo publico e critica japonês, talvez por
este fato, as grandes companhias de animação estão buscando meios de revirar o
baú e relançar os velhos sucessos do passado, a fim de, absorver mais lucros.
Seria um indicativo que em breve estaremos nos surpreendendo com novos
lançamentos em solo nipônico e, posteriormente, em solo brasileiro? É a força
do passado ressurgindo das cinzas, tal este como a mitológica Fênix, para
reacender o interesse da meninada do século XXI.
Em 1991, no inicio da era dos 16 bits, a Sega, com a sua nova consola, o Gênesis, começava a despontar no que se referia a qualidade gráfica. Jogos como Sonic começavam a ganhar terreno, principalmente no ocidente ameaçando a Nintendo, até então soberana na região. Após o anuncio de que a Sega estaria desenvolvendo um game de luta capaz de gerar gráficos em 3D, a Nintendo, de maneira rápida, procurou impor de alguma maneira sua agressividade. Assim era arquitetada uma parceria que revolucionaria a maneira de desenvolver jogos neste, até então, novo formato. Nascia a importante parceria entre a japonesa Nintendo e britânica Argonaut Software.
Fundada em 1982 por jovens universitários britânicos, a Argonaut “chocou” o mundo da computação gráfica ao lançar a partir do ano de 1985 jogos capazes de rodar nos computadores da época, como o Amiga e Atari ST, gráficos que simulavam o modo 3D. Jogos como Starglider e Days of Thunder, utilizavam recursos bastante avançados para sua época, chamando, assim, desde então, a atenção da Big N. Com tal parceria a Nintendo queria potencializar um game que impactasse os jogadores, de maneira que chamasse atenção não apenas pela qualidade de seus jogos, mas também pela tecnologia aplicada. Surgia assim o primeiro game da serie Star Fox.
Lançado em 1993, o jogo possuía um 3D nunca visto antes, dando a sensação ao jogador de que estava realmente deslumbrando um ambiente tridimensional graças ao seu revolucionário coprocessador chamado Super FX, que permitia atuar como um acelerador gráfico com a função de gerar polígonos que davam a sensação do 3D na tela. A capacidade gráfica deste processador era tão impressionante que posteriormente foi utilizada no jogo Yoshi’s Island, lançado em 1995, para transpor e redimensionar efeitos de aplicação e ilusão de profundidade nas suas imagens.
Contribuindo com a alegria da empresa, Virtual Fighter, o esperado jogo de luta da Sega não passou de uma promessa, visto que o mesmo não foi capaz de simular o tão anunciado e revolucionário 3D. Assim, abriam-se portas para o aperfeiçoamento de seu coprocessador. Em 1994, houveram rumores de que um novo jogo da franquia Star Fox estaria sendo desenvolvida, fato que não foi desmentido pela empresa na época.
A segunda versão, que estava sendo desenvolvida, funcionaria em um sistema de semi-tempo real, ou seja, enquanto o jogador estava em batalha, inimigos em um determinado local do jogo poderiam estar de forma aleatória invadindo um território já dominado pelo jogador, criando assim um nível de dificuldade até então nunca visto em um jogo do Snes. Também existiriam novos módulos e veículos de batalha, transformando uma batalha aérea, por exemplo, em aquática em determinados momentos. Os desenvolvedores do jogo, publicamente, diziam que este seria o precursor definitivo do 3D dos dias atuais, graças ao upgrade que o seu coprocessador gráfico teria sofrido. Porém, estranhamente, a Nintendo cancelou o jogo praticamente finalizado. O motivo atribuído ao cancelamento deu-se ao lançamento próximo do Nintendo 64, que fez com que a empresa repensasse, e preferisse repassar elementos de Star Fox 2 para Star Fox 64.
Até hoje, muitos condenam a manobra que a Nintendo realizou para cancelar seu audacioso projeto, em prol do Nintendo 64. Tal erro estratégico é conhecido como o precursor da crise que acarretou a perda do posto de empresa dominante de consolas para a Sony, então sua antiga parceira, que recuperaria apenas em 2006 com o lançamento do revolucionário Wii.
Literalmente a Nintendo, perdeu uma oportunidade impar de fazer historia, com o seu 3D, em um período que as consolas de 16 bits reinavam de forma soberana o mundo dos games.
Aqui vai mais uma demonstração do surpreendente erro estratégico da Big N. Na E3 de 1995, a Nintendo disponibilizou o demo de um jogo chamado Comanche, resultando da mesma parceira com a Argonaut. Pode-se ver, no vídeo abaixo, que o game poderia ter ido além do que esperava-se de Star Fox 2. Podemos presenciar o surpreendente contesto gráfico do coprocessador Super FX 2, gerando de fato o verdadeiro 3D. O final da historia todos sabem, CANCELADO!
O Google liberou para download uma versão de teste do seu navegador Chrome com novas funções de velocidade e segurança.
A função é ativada enquanto o usuário digita o endereço de um site no browser da pagina. A partir deste momento o navegador carrega páginas relacionadas, sem exibi-las. Assim, em teoria, ao teclar "Enter" o site aparecerá mais rapidamente.
Em nota o Google diz que, além desta nova função, haverá também um modulo de segurança semelhante aos antivírus atuais. Enquanto o navegador analisa os arquivos executáveis que o internauta tenta baixar, como instaladores e jogos, o mesmo os checa em uma lista de arquivos “não confiáveis”, constatando que o arquivo é maléfico ou não. Caso constatado a suspeita, o navegador recomendará que o usuário não faça o download. A lista de programas e endereços maliciosos a serem evitados deve aumentar nas próximas versões, diz a companhia.
Será que o Google estaria visando um novo e atraente mercado, até então não muito explorado pelas companhias de tecnologia como a Microsoft e Apple? Este tema renderá muitas polêmicas!!!
Por forças maiores, este que vós escrevem esteve ausente durante um relativo espaço de tempo. Por este fato, peço a todos que perdoem-me pela falta de comparência.
O Filosofando Bobagens nasceu com o intuito de criar um espaço democrático, que visa unicamente discutir e analisar os fatos do cotidiano do dia-a-dia, nas volúveis instancias do conhecimento. Com este pensamento, em breve, surgirão novidades neste espaço com a presença de novos filósofos que escreverão e auxiliarão para a propagação do autoconhecimento!
Portanto este espaço continuará ativo para o debate construtivo dos temas aqui expostos. Continuaremos filosofando, não bobagens, e sim conhecimento!!!!